Projeto de Lei de Umbelino Junior torna obrigatório a divulgação dos medicamentos fornecidos pela rede pública municipal de São Luís

O Projeto de Lei n°166/2017, de autoria do Vereador Umbelino Junior, que torna obrigatório a divulgação dos medicamentos fornecidos na rede pública municipal de São Luís, foi aprovado ontem, pelos legislativos da Câmara Municipal.

Conforme criação do parlamentar, o Projeto oferecerá a população ludovicense, a divulgação dos medicamentos oferecidos na rede municipal, por meio do site oficial da Prefeitura de São Luís. A divulgação da listagem dos medicamentos deverão conter a data em que a listagem foi atualizada, locais onde os medicamentos serão retirados e documentos necessários para retirada.

A atualização da listagem será mensal ou quando ocorrer o término do medicamento, em caso de falta dos mesmos, o executivo informará de forma oficial nos locais de divulgação, a previsão da disponibilidade de aquisição dos medicamentos. Além do site oficial da Prefeitura a listagem deverá ser impressa e afixada na Secretaria Municipal de Saúde, Hospitais Públicos, Unidades Básicas e Centros Especializados. O Projeto de Lei do Vereador Umbelino Junior trará a população de São Luís, maior facilidade e praticidade na retirada dos medicamentos.

Um comantário

  1. Eita arte contemporânea do MAM de São Paulo picareta e vigarista. Anti-infância!
    Vocês ficaram sabendo?
    Problema cotidiano não é somente o que foi abordado acima, mas o ponto fulcral seria o papel e o Zeitgeist da arte na sociedade contemporânea:

    E tal ponto não é a nudez em si.
    Gosta-se de arte cujo tema é nudez.
    Seres-humanos apreciam milenarmente arte de nudez clássica.
    Seja foto,
    Pintura de Renoir,
    Filme,
    Desenho,
    HQ de Milo Manara,
    Arte grega,
    Pintura clássica do Renascimento,
    Performance,
    Capela Sistina,
    Peça de teatro,
    A esquerdalha — Kitsch, baranga, petista, psolista, cafona, de mau gosto, bregona, e jornalistas-supostos-moderninhos [ao estilo do uspiano Eugênio Bucci] querem desviar do assunto e dizer, afirmar que se está contra a nudez: Não. Isso é para nos tachar e, também, intimidar. O corpo nu é belo, sintetizemos, como pôr-do-sol.
    1.
    O problema é a picaretagem. O engana-trouxa. O lixo de certa suposta pseudoarte contemporânea, quando é de real mau gosto. Pornografia em vez de arte: 2 conceitos diferentes.
    Consumo passivo de lixo. E é disso que se trata quem se posicionou contra aqueles 2 lixaços: parte da exposição de Porto Alegre [mistura-se arte autêntica com o vigarismo propositalmente, pra confundir e ludibriar via linguagem e narrativa posteriormente] & em bloco a do MAM.
    2.
    A outra questão é usar nosso imposto pra financiar picaretagem, embuste, vigarice mesmo com a normativa do MAM (mesmo sendo espaço de autoridade artística e acadêmica).
    Bom, é como pichação: nunca será arte.

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