Por Thizé Machado – Hoje, assistindo ao fantástico, vi mais um escárnio com a sociedade brasileira. Vi como os administradores não ligam para o tratamento de água e o os esgotos ficam a céu aberto. O maior exemplo dessa insensatez foi visto na cidade de Ananindeua, no Pará, com altos índices de doenças. Ali, vimos que o poço que as pessoas tiram água para beber e banhar, fica em torno de dois metros da água do esgoto. Meu Deus!
Por outro lado, França, em São Paulo, é exemplo de tratamento de esgoto. Lá, a quantidade de crianças doentes é quase inexistente nos hospitais. O nome disso é inteligência administrativa. Ou seja, investe em qualidade de vida e gasta menos dinheiro com remédios em hospitais públicos, que vivem geralmente abarrotados.
Por outro lado, em Seul (Capital da Coreia do Sul) a água é tão bem tratada que as pessoas podem bebê-la diretamente das torneiras. Naquela capital de um tigre asiático, nem a água da chuva é desperdiçada: vai para um imenso reservatório, evitando enchentes, e, posteriormente, gigantescas bombas levam aquela água para estações de esgotos. A prova maior disso tudo é que há um rio que corre no centro de Seul e dá para as pessoas olharem os peixes naquela água cristalina e sem mal cheiro.
O Alckmin, governador de São Paulo, deveria tomar vergonha na cara e deixar de fazer obras faraônicas, pensando na eleição de 2018 para Presidência da República, e fazer obras para ter mais saneamento básico, além de estações de tratamento de água de boa qualidade, desafogando e despoluindo o Rio Tietê, e armazenar água das chuvas, como em Seul, para evitar o colapso da falta de água naquele Estado.
Ah! Eu ia esquecendo: o Flávio Dino prometeu na campanha água para todos. Essa promessa foi cumprida? Hummm! Para finalizar: na Coreia do Sul há uma tradição de comerem carne de cachorro no almoço ou no jantar. Bom, mas no Brasil também há uma tradição: a encantadora corrupção. Eita, Brasil! Eita, Brasil!
