
As eleições para vereador na capital maranhense foram realizadas no último domingo (02) e alguns candidatos, embora bem votados, não conseguiram fazer o número mínimo de votos para se elegerem na sua coligação. Como o sistema de votos para o legislativo é proporcional no Brasil, não é só o quantidade de votos recebida pelo próprio candidato que conta: os votos da coligação também pesam.
De qualquer maneira, aqueles da legenda que foram bem votados, mas não o bastante para assumirem imediatamente, ficam na suplência. Isso significa que, caso algum vereador renuncie, venha a falecer ou deixe a vaga, por motivos pessoais, de doença, para assumir cargos ou qualquer outro motivo, é substituído por algum dos nomes desta lista.
Isso explica por que partidos tradicionais na cidade, como PRB e PMN, ficaram sem representantes na Câmara, apesar da boa votação de alguns dos seus candidatos – Bispo Paulo Luiz (PRB), por exemplo, fez 7.237 votos e não entrou, enquanto que os atuais vereadores Luciana Mendes (PP), com 2.614, e Professor Lisboa (PCdoB), com 3.635, também não conseguiram se eleger, tampouco ficar com vagas de suplência.
Dois dos vereadores eleitos da coligação juntos para seguir em frente (PDT, DEM, PR, PROS), Raimundo Penha e Pavão Filho ambos do PDT, por exemplo, podem ocupar o Instituto de Previdência e Assistência do Município – IPAM e a Secretaria Municipal de Educação – SEMED respectivamente em 2017, dando espaço para os suplentes Paulo Victor (PROS) e Barbosa Lages (PDT).
