Vereadora pede a reativação do Hospital Nossa Senhora da Penha

O Hospital Comunitário Nossa Senhora da Penha, maternidade gerenciada pelo Centro Comunitário Católico do Anjo da Guarda, na área Itaqui-Bacanga, em São Luís, em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde (SES), recebeu uma visita da vereadora Eidimar Gomes (PSDB).

In loco, a parlamentar tucana constatou que a unidade de saúde que passou por uma completa reforma, custeada com recursos do Governo do Estado, recebendo, inclusive, novos equipamentos, continua fechada.

O prédio reformado, ainda não voltou a funcionar, enquanto isso, as gestantes da área Itaqui-Bacanga, uma das mais populosas de São Luís, padecem em busca de tratamento em outras áreas da capital. “” Não podemos admitir que as gestantes desta região se desloquem para outras áreas, sendo que temos uma maternidade totalmente equipada, pronta para receber os pacientes, mas que continua sem funcionar”,” concluiu Eidimar Gomes.

Durante a visita, a vereadora pode comprovar o bom estado que se encontra o  prédio,  com macas e outros equipamentos novos, porém abandonados desde que a unidade foi inaugurada, em 23 de dezembro de 2014, pelo então secretário José Márcio Leite.

Hoje, a unidade tem 28 leitos e cinco consultórios. Enfermarias, salas de parto e outros setores estão todos equipados, mas sem uso. Ainda sem previsão para voltar a funcionar, esta situação mobilizou a parlamentar, Eidimar Gomes a fazer uma indicação, que foi aprovada pela Câmara Municipal de São Luís, ao Governador do Estado, Flávio Dino para tomar as devidas providências para o retorno imediato do funcionamento do Hospital Nossa Senhora da Penha.

“Faz mais de um ano que fechou para a reforma e nunca mais funcionou. Tenho uma colega que teve de fazer o pré­natal no Centro. Já com seis meses de gravidez, precisou se deslocar, mesmo tendo uma maternidade aqui no bairro”, lembrou a dona de casa, Maria de Jesus.

 Maria Domingas Almeida lembra que é a segunda vez que chega ao hospital na esperança de encontra-lo funcionando, mas volta para casa decepcionada. “A maternidade foi entregue, mas ainda não está funcionando, é a segunda vez que venho, é uma situação revoltante,” relatou.

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