
Antônio Martins – Diante da repercussão da postagem sobre o seu indiciado por formação de quadrilha em São Paulo, o diretor de comunicação da Assembleia Legislativa do Maranhão, Carlos Alberto Ferreira, divulgou nota na imprensa, numa tentativa, frustrada, de apagar sua reputação ruim como gestor público.
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Alberto Ferreira que também foi denunciado ao Ministério Público acusado de fornecer notas frias à Prefeitura de Caxias-MA, comandada por Humberto Coutinho [atual presidente da Assembleia], deixa transparecer que sofre da “síndrome pós-escândalo” adquirido pelas atitudes do passado.
O diretor de comunicação do parlamento maranhense precisa entender uma coisa: ele já está registrado na memória do judiciário, mas apenas em más lembranças. [O blog já está de posse de outros processos, inclusive, um sobre violência à mulher].
Por mais que tente passar uma borracha no passado, Carlos Alberto sabe muito bem que, sem passado [nebuloso ou não] não há futuro.
RECONHECENDO A MÁ REPUTAÇÃO
Na nota divulgada na imprensa, Carlos Alberto classificou a denuncia de “requentada”, reconheceu seu indiciamento em 1991, por formação de quadrilha e outros crimes, mas esclareceu que foi ‘inocentado’ de todas as acusações.

NOTA DO BLOG
O esclarecimento provocou um questionamento: ele [Carlos Alberto] falou ou não a verdade? Por que apresentou uma certidão que está desatualizada? Nos próximos dias o blog vai trazer a íntegra do processo que envolve os ex-diretores da CMTC, que foi a maior companhia de transporte coletivo do mundo. Aguardem!
