“Deoclides Macedo é um politico sério, de uma safra nova de bons políticos, portanto não deverá ficar no esquecimento”. Essa frase foi dita recentemente pelo senador eleito Roberto Rocha, numa conversa entre amigos.
A situação de Deoclides deverá ser invertida apartir da decisão do STF, que até hoje, deu vitória aos candidatos que tiveram a mesma situação usada por adversários no TSE.
Entenda o caso abaixo:
Até o registro de sua candidatura no TRE, o ex-prefeito de Porto Franco, Deoclides Macedo (PDT), que disputou o cargo de deputado federal estava com sua situação correta no TCE (Tribunal de Contas do Estado), mas, bastou uma negativa ao convite de tornar-se vice-governador na chapa de Edinho Lobão(PMDB) nas eleições de 2014, para num estalar de dedos, sua situação tornar-se “ficha suja”, segundo o julgamento do TCE, que não tem poder de julgar nada.
Ora, a competencia é de instancia municipal. As contas de prefeito são examinadas pela respectiva Câmara de Vereadores, que têm o poder de aprová-las ou rejeitá-las, nos termos da Constituição da República. Mas, o nosso conhecido TCE aprontou novamente, tanto que elevou o caso (do jeito que estava) para o TSE, que, todos sabem, não tem precedentes bons nos históricos de julgamentos políticos desse Brasil.
Sobre a situação criada para afastar o pedetista, quero lembrar que vai muito além da decisão dos tribunais. Neste post a verdade por trás do golpe sofrido por um político sério, que merece ter seu mandato de volta, pois foi vitima de uma armação. Basta observar quem se beneficiou com o seu mandato, um candidato do PMDB, partido que briga para ter a maior bancada na Câmara dos Deputados, que todos sabem, tem vasta influencia no TSE… (Ricardo Santos)
