Empresa serv port não volta e deixa paciente em estado grave

Na tarde desta segunda-feira (25), uma enfermeira desabafou ao trazer um paciente em estado gravíssimo do interior da baixada. A empresa serv port cometeu um egoísmo ao não atender ao pedido de desespero da enfermeira que até o ultimo momento lutou para que seu paciente fosse no ferry.

A empresa Serv port movida por dinheiro acabou cometendo um crime de omissão de socorro ao negar voltar com o ferry para que assim o paciente pudesse embarcar.

A empresa serv port, que nesta viagem o comandante Maciel cometeu o crime de omissão, a enfermeira se identificou falou com as pessoas que onde faz a venda passagem e informaram que o comandante não iria voltar e fazia somente 2 minutos que saiu ainda conseguiu ver o ferry perto. Foi negado um direito básico que é a saúde e a vida prevista na Constituição.

Ocorre que no cujupe não tem nada, fica mercê dos profissionais que trazem na ambulância.

Cumpre mencionar que a ambulância estava com duas balas de oxigênio que foram gasto devido muito tempo de espera pela outra companhia internacional.

Peço que o poder público exija um desfibrilador, medicamentos de emergência, bala de oxigênio. Graças a Deus que vem na ambulância profissionais dedicado que dão amor ao paciente lutam, brigam e querem o bem.

Mas infelizmente a serv port empresa não pensa assim.

2 comentários

  1. Os horários dos ferries são de conhecimento público e são determinados pela Agência Reguladora e a presença no terminal de embarque cerca de 30 minutos antes do horário é importante para se proceder o carregamento e distribuição das cargas no convés da embarcação. Primeiramente tem que ser avaliado se havia condições da embarcação retornar?, havia espaço livre no convés? As condições de correntes e ventos permitiam uma manobra segura ? O Comandante segundo o LESTA, é a autoridade máxima a bordo e cabe a ele decidir sobre as manobras de bordo.

  2. Este fato é rotineiro e por várias vezes os ferries, com mais de 15 minutos de viagem, retornam para atender tais emergências. Entretanto, cabe ressaltar que, manobrar em condições adversas pode causar sérios acidentes, agravando as condições de segurança da navegação. Cabe ao poder constituído prover os terminais de condições para atendimento emergencial, já que as embarcações atendem as Normas da Autoridade Marítima.

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